“WAR OF THE SLING” with Cherry Heering, Death´s Door Spirits and Charles H.

We want to see you!
Come join in Heering’s 200-year celebration as Heering (Peter F Heering)and Death’s Door Spirits take on New Orleans and Tales of the Cocktail2017 together with King Cocktail Dale DeGroff and Lorenzo Antinori from Charles H. Four Seasons Hotel Seoul 포시즌스 호텔 서울 at Arnaud’s & the French 75 Bar

See some of the word’s best bars – The World’s 50 Best Bars and nominated at TOTC, shake up their own versions of the unparalleled Singapore Sling, one of history’s most classic cocktails. You will get to taste and grade the Slings made by specially invited bartenders:

Mea Leech & Carlos Gabriel Irizarry Agostini / La Factoria, Puerto Rico
Cedric Allen Mendoza / Manhattan Bar, Singapore
Alba Huerta / Julep, Houston
Christine Wiseman / Broken Shaker at Freehand Miami, Los Angeles
Gui Jaroschy / Broken Shaker at Freehand Miami, Miami
Jose Luis Leon Martinez & Benjamin Padrón Novoa Pablo Pasti Mangialavori / Licoreria Limantour Mexico City

Who can really Sling it? That’s up to you.

Please RSVP to info@heering.com by July 11.

Must be 21+ and have an offical Tales of the Cocktail wristband.

New dreamy cocktails at City of Dreams Manila on lifestyle.inquirer.net

By:

The bar stool felt like someone had shoved it while we were mid-sip on our fifth drink at Crown Towers’ Crystal Lounge late last week. The hotel was holding a one-night only master class with British bartender Sam Jeveons.

In a career spanning 15 years, Jeveons rose from the ranks to become general manager and beverage director at prestigious hotels, members clubs and bars in London and Hong Kong. He founded Old Street Group, Bar & Brand Specialists, and was responsible for the cocktail menu at City of Dreams Manila when it first opened two years ago.

Jeveons returned for a few days last week to revisit and trim down the luxury integrated resort’s drinks list, and present five new cocktails.

One by one, he introduced the drinks that were served in an assortment of crystal glasses—chilled and garnished with sliced citrus or tart berries.

The smooth and fruity Crystal Daiquiri, made with a “secret recipe of rare and tropical rums,” came in a tall glass with a wide brim, the better to peer over.

Blood and Sand was a mixture of Jameson Irish Whisky, Mancino Rosso Vermouth, Cherry Heering and Laphroaig Islay Mist. Floating on top was a slice of blood orange that smelled like Christmas, and was our favorite that evening.

To fortify the spirits of the resort’s casino habitués, Jeveons has come up with Player’s Negroni made with gin, Mancino Rosso and Secco Vermouth, Cherry Heering, Aperol and Campari. A jolt of caffeine came from the two crushed coffee beans that went into each order.

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Masterclass de Cherry Heering agita São Paulo e Rio de Janeiro

A Peter F.Heering iniciou este ano as comemorações de 200 de seu mundialmente famoso brandy de cerejas Cherry Heering. As atividades envolvem uma competição de conquetelaria e Masterclasses para bartenders em mais de 80 cidades do mundo.

No Brasil, a “aula” ficou a cargo da bartender brasileira Claudia Schumacher, que retornou ao país recentemente, após 9 anos trabalhando em Nova York e Nova Orleans. Foram duas paradas, em São Paulo e Rio de Janeiro e os eventos contaram ainda com a presença de Adéle Robberstad, CEO da companhia.Na capital paulista, os bartenders foram reunidos no Guilhotina Bar, que acaba de ser indicado para quatro prêmios no Spirited Awards do Tales of the Cocktail 2017. Já com os cariocas, o encontro foi no agradável Garoa Bar, no Leblon, que faz parte de um grupo de bares que nasceu na Espanha. Perguntada se sentiu diferença entre as duas cidades, Adéle afirma que “os bartenders de São Paulo estavam muito ansiosos para mostrar o que sabiam, talvez por srem mais experientes. Já no Rio, senti uma geração mais jovem, afluente, e que fez muito mais perguntas. Foi muito interessante.”

O encontro contou com boa presença: no total, foram aproximadamente 100 profissionais participantes, que puderam degustar Cherry Heering combinado com 15 destilados diferentes e 2 tipos de bitters, conhecer um pouco mais sobre coquetéis clássicos criados com o produto e, ao final, alguns voluntários assumiram a barra para preparar drinks para todos. Além disso, foi o lançamento oficial do Heering Classic Challenge, concurso global da marca, também parte da comemoração dos 200 anos em 2018.

Após um Singapore Sling de boas-vindas, Claudia abriu as apresentações contando um pouco da história do Cherry Heering, para logo em seguida apresentar três clássicos criados com o brandy de cereja de origem dinamarquesa e que é importado ao Brasil pela Maison Laffitte.

Como escreve Simon Difford em nossa página sobre o Singapore Sling, as evidências sugerem que foi de fato o chinês Ngiam Tong Boon quem criou o Gin Sling, atualmente conhecido como Singapore Sling, quando trabalhava no Long Bar, no Hotel Raffles, em Singapura. Isso aconteceu em algum momento entre 1899, quando Boon começou a trabalhar no hotel após a sua expansão, e 1915, quando ele morreu, depois de deixar o hotel para viajar de volta para Hainan, na China. Há pouca controvérsia sobre quem criou o Singapore Sling, aonde e quando. Mas há um enorme debate sobre qual o nome e ingredientes originais. Por isso vale a pena ler o artigo de Simon.

Outro clássico apresentado e degustado foi o Blood and Sand, provavelmente o coquetel de scotch whisky mais conhecido. Foi criado em 1922 e o nome homenageia um filme de touradas com Rodolfo Valentino, lançado no mesmo ano.

Para fechar esta parte, Claudia nos apresentou o Remember the Maine , cujo nome é inspirado pelo slogan criado pela imprensa norte-americana e que, supostamente, incitou o início da Guerra Hispano-Americana de 1898. “Maine” era o nome de um encouraçado dos EUA que afundou misteriosamente no porto de Havana, em Cuba. Trata-se de uma versão do Sazerac, criada por Charles H. Baker Junior e apresentada em seu clássico livro de 1939 “The Gentleman’s Companion”.

O set-up à disposição dos participantes apresentava exemplos dos mais diversos, para serem combinados com Cherry Heering: cachaça, vodka, gin, tequila blanco e añejo, rum branco e envelhecido, scotch whisky, irish whiskey, bourbon, conhaque e pisco.

Em São Paulo, a combinação mais apreciada foi com Pisco, enquanto que no Rio de Janeiro o rum envelhecido foi o que mais agradou. Pessoalmente, minha combinação preferida foi com rum branco, que trouxe notas bem interessantes de coco.

Em seguida, bitters aromáticos e de laranja foram colocados à disposição para adicionar complexidade à mistura. Para fechar, damasco, chocolate branco e escuro puderam ser consumidos junto com a mistura para dar mais inspiração à parte final do evento, quando voluntários dentre os bartenders foram para trás do balcão criar alguns coquetéis.

Claudia Schumacher, que comandou os dois dias, disse que estes foram seus primeiros encontros após retornar ao Brasil e “foi uma honra e muito gratificante ter a chance de conhecer tanta gente do mercado, apaixonados pela profissão, interessados em aprender, trocar ideias, participar. Acho que o Brasil tem uma grande cena promissora de coquetelaria e fico feliz em estar de volta e agora fazer parte. O evento mostrou-me o quanto bartenders brasileiros estão interessados em aprender cada vez mais”.

Já a CEO da Perter Heering afirmou que “a indústria de coquetéis vai crescer nos próximos anos no Brasil e vai se desenvolver rapidamente, pelo conhecimento, conscientização e técnica. O desenvolvimento da coquetelaria será muito mais amplo e não ficará apenas restrito ao “de bar em bar”, mas também para os outros locais. Um restaurante “cool and fresh” também irá olhar com mais atenção para uma carta de coquetéis (coisa que talvez não seja sempre o caso hoje) e precisará da ajuda da nossa indústria para educar os seus funcionários e criar menus. A comunidade bartender será de grande ajuda para fazer com que os restaurantes e os hotéis também se concentrem no que está sendo servido nos copos.”

O próximo passo agora para os bartenders brasileiros é inscrever seus coquetéis inspirados em clássicos no Heering Classic Challenge. O campeonato terá 3 fases: inscrição de um coquetel autoral inspirado em um clássico com Heering, adaptação para o menu de uma companhia aérea e a grande final em Londres, durante a Cocktail Week 2018, no Cabinet Bar, do nosso Simon Difford e sede do Difford’s Guide.“Não há nenhum bar do Brasil na lista 50 World’s Best Bars e não há razão para isso, pois há muito potencial. Esta competição vai ajudar a criar o próximo clássico moderno. Estamos à procura de bartenders para criar algo igualmente único, a partir de um coquetel clássico, com adição de Heering para dar-lhe um toque inesperado. Quem sabe não pode ser algo brasileiro e levá-lo para o final em Londres. Os 75% melhores de cada região (Europa, Ásia, Oriente Médio/África, América do Norte, América Latina e Australásia), irão para a próxima rodada e aqui espero que o Brasil seja uma grande parte dos participantes da América Latina”, completa Adéle Robberstad.

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